Havia um jardim que sua mãe cultivava há anos. Ele apenas olhava estranhamente os momentos em que ela alegremente molhava as plantinhas, não entendia como alguém poderia ter tamanha alegria fazendo algo tão inútil.
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Era sábado, a noite prometia um esquecimento da semana, da rotina trabalho-faculdade. Sempre as mesmas coisas, e no fim: aquele mesmo cansaço.
Já passava das 3 quando sentiu o alcool lhe tomando todos os sentidos, aquele cansaço parecia agora distante, não havia mais limites, medos ou dúvidas, tudo lhe parecia estranhamente claro.
Amanhecera, num domingo não tão tarde, sentia o peso da noite anterior, como acontecia sempre aos domingos. Teve saudades do outro cansaço.
Um comentário:
Saudades de Mainha perto, né caba??
Entendo perfeitamente...
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