quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Meu eu deletério


Ao longe se via alguém a andar
Sem saber nem o que pensar
vendo sua vida passar
e sem ao menos poder desfrutar

Minha companhia, os postes, a rua
Minha alegria, nenhuma...
Meu destino, um só
e meu eu deletério, por amar

Me pus a pensar e ver
Mas não consigo me ver
Pois o q era pra se ver, foi visto
E o que eu queria ver, não pôde ser visto

Minha companhia, os postes, a rua
Minha alegria, nenhuma...
Meu destino, um só
e meu eu deletério, por não esquecer.

Um comentário:

noname disse...

Tá muito bom will...
parabéns...