sábado, 26 de julho de 2008

Cotidiano

Ontem eu queria chorar, mas lembrei de você e não consegui. Foi quando eu percebi que fora dali existia alguém, que me fazia sentir vivo, me apegava a vida. No teu abraço eu volto a sentir-me parte de algo, uma esperança tola me preenche de forma efusiva e tudo que passei parece tão pequeno, e a existência tão rara, tão cheia de valor pra ser resumida em um cotidiano banal.

E eu só quero te fazer feliz, os segundos que duram o teu abraço me remetem a isso.

Ao fim, não o quero deixar, não... impossível. O mundo não funciona assim. Insisto em voltar a me perder pra te encontrar, pra me encontrar, uma semana mais tarde, ao fim do cotidiano.

4 comentários:

Will disse...

Esse cotidiano é vivido por muita gente ao nosso redor...
Gostei do texto

flw

Bárbara Mota disse...

Lindo poema Diego!

Que bom ter encontrado esse abrigo!

Felicidades!

Bárbara Mota disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
noname disse...

cara...
muito bom!! muito bom mesmo!!

parece até que fui eu que escrevi =)