sexta-feira, 9 de maio de 2008

O que trago em mim

Fonte: fallenangel24.blogs.sapo.pt


Me sinto triste,
talvez vazio,
vejo os amores se indo,
e o meu ficar por um fio.

Todos sofrem,
seus amores ignoram,
eu ainda luto,
enquanto os outros choram.

Nossa luta interminável,
é contra todos e contra ninguém,
contra o amor lastimável,
é contra nós mesmos.

Nossa dor partilhada,
é nossa fonte,
nosso forte,
nossa dor forte.

Ainda que ademos tristes,
saberemos contar as dores,
de amores tristes que por ventura trouxe,
o que ainda nos resta: o amor.

2 comentários:

Bárbara Mota disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bárbara Mota disse...

É Patrício...

Sinto que compartilhamos dos aperreios que esse poema fala...

Mas lembre-se que o que está por um fio ainda não se rompeu, e esse fio tanto pode ser de algodão, como de ferro.

Muito disso depende de nós (experiência própria), mas acima de tudo, o amor está nas mãos de Deus!

"Mas o Deus/ Que acendeu/ A chama do amor/ Não o fez/ Pra depois/ Apagá-la desses corações..."

=)

Bjus